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O estudo com base

Nesta 2ª parte, a importância do estudo com base, para programar um projeto ousado.

 

A convite, o Rev. Abelardo esteve reunido com um grupo de voluntários da 1ªIPB. -BH, que expos a situação daquelas pessoas e, como cristãos deviam tomar alguma atitude, não pelo fato do movimento ser nas cercanias da igreja mas, sim pela vida de erro e pecado que estavam envolvidas.


Rev. Abelardo achou interessante o posicionamento da igreja voltada para a salvação de almas, de pessoas que estavam fora das quatro paredes, que é a ordem de Jesus: “IDE ...”(Mt.28.19; Mc.16.15).


Outras reuniões aconteceram e, foi numa delas que a Assistente Social do Hospital Evangélico de BH sugeriu que ele entrasse em contato com a Presidente do Sindicato das Profissionais do Sexo de BH, por nome Dosanjos.


Contato feito e, ao conhecê-la sentiu o impacto de uma recusa irredutível para participar de alguma reunião que fosse em igreja.
Dosanjos era proprietária de uma casa na periferia da cidade, local onde dava assistência às profissionais do sexo com alguma necessidade específica, moradia, roupa, medicamentos, alimentação ao mesmo tempo em que fornecia preservativos. Além disso, sua casa tinha um salão que funcionava como armazém onde vendia de tudo, de caixa de fósforos a perfumes, xampus e variadas bebidas alcoólicas.


Rev. Abelardo estava diante de uma pessoa respeitada tanto pelas “associadas”, sempre atentas às suas orientações e observações, como pelas autoridades que viam nela um elo importante para diferentes contatos.


Durante a conversa, mais confiante, ela explicou o porquê da recusa, disse que já havia participado de várias reuniões com entidades religiosas e outras não religiosas que, no início se posicionavam em auxiliá-la, criando uma expectativa muito grande para a vida das mulheres e que, no final, não cumpriam o prometido e somente procuravam o benefício próprio em tudo que era oferecido pela sociedade, deixando-as numa exclusão cada vez maior.


Pela decisão de Deus, o Rev. Abelardo sentiu que o ideal era ter um local indicado por ela. Sendo o que aconteceu, Dosanjos abriu as portas de sua casa para que ali se realizasse a “conversa”.


Muito atenta às colocações do Reverendo, passou a observar que as propostas eram diferentes, ali não havia imposições e nem trocas. A “conversa” foi longa e tranquila, tanto que ao final, ela concordou que houvesse outras reuniões em sua própria casa. (JAM)
 

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