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Resumo dos ltimos dias de viagem

 Veja como foi os últimos dias de nossa equipe em Campo do Brito-SE.

Em dez dias de atividades em Campo do Brito pudemos nos aproximar da realidade da cidade, de seus habitantes e nos envolver com suas histórias. Com palhaços, EBF, cultos e atendimentos médicos atraíamos os moradores e podíamos apresentar Cristo a eles.

Diariamente o hospital se apresentava lotado: pediatra, dentistas, nutricionista e psicólogo foram procurados por inúmeras pessoas. Elas, enquanto aguardavam a consulta na fila, eram evangelizadas e recebiam orações. Nesses momentos, estavam mais dispostas a falar e abriam o coração para nós. Contavam sobre seus problemas, sobre seus sonhos, choravam... Sorriam. Foi um momento para nos aproximarmos de suas vidas e compreendermos melhor as necessidades que, muito além abrangerem os problemas sociais básicos, atingem de maneira profunda seus corações.

Atividades especiais com as crianças foram desenvolvidas em 3 bairros da cidade que apresentam moradores mais carentes e um índice de violência elevado: Bom Jardim, Invasão e Multirão. No primeiro também foi realizado um culto em que compareceram pais com seus filhos, idosos e jovens. Eles cantaram, assistiram teatros e ouviram sobre a transformação que o amor de Jesus pode promover em suas existências.

Campo do Brito, cidade interiorana, pequena e que não apresenta opções alguma de lazer, é cenário ideal para o alcoolismo e outras drogas. Assim, em nossa última sexta-feira na comunidade, uma palestra sobre a dependência química foi ministrada na Igreja Presbiteriana local e recebemos visitantes. Fomos ensinados a não enxergar a droga, mas olhar a interioridade do outro, compreender seus problemas e limitações. A incentivar no lugar de acusar, a amar ao invés de nos afastarmos.

Na sexta-feira também foi efetuada a entrega das, aproximadamente, 30 próteses dentárias. Do lado de fora do consultório, encontrávamos pessoas ansiosas. Elas eram chamadas e saíam do hospital com um sorriso lindo e, algumas, com os olhos cheios de lágrimas. A felicidade delas, externada nesses detalhes, não era maior do que a nossa gratidão de poder amar e sentir um pouco da Graça de Deus sobre aquele povo.

O culto da colheita foi celebrado no sábado. Com a chuva, a alegria pela plantação que podia crescer, enfim, verde foi sentida nas comidas típicas como curau, milho verde, arroz doce, entre outros, oferecidas aos presentes.

Os dias, então, chegaram ao fim. Nos despedimos de pessoas, de irmãos, de amados, e deixamos pedaços de nós com cada um deles. As palavras de agradecimento que recebemos, na verdade, não tinham a necessidade de terem sido ditas. Nós pudemos ouvi-las com o coração. 

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