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A verdadeira cincia conduz a Deus

“Por toda terras se faz ouvir a voz de Deus e as suas palavras até aos confins do mundo” (Sl.19:4) 

Segundo a opinião de muitas pessoas há um antagonismo, uma oposição entre fé e a ciência. Segundo estes, a fé e a razão não podem se harmonizar, e quanto mais famoso e importante for o cientista, mais ateu ele será. Ledo engano... O ateísmo no meio científico é um mito, muitas vezes sustentado pelo fato de que a divulgação do nome de um cientista ateu é mais barulhenta do que a divulgação do nome de um cientista cristão.


Vamos aos fatos: Isaac Newton (1642-1727), maior físico e matemático da modernidade escreveu: “Esta elegantíssima coordenação do Sol, das estrelas, dos planetas e dos cometas não pode ter outra origem que o plano e o império do Ser dotado de inteligência e de pode, que tudo domina não como a alma do mundo, mas como o Senhor de todas as coisas...”, Carlos Lineu (1707-1778), naturalista e considerado o pai da Botânica Moderna afirmou: “O Deus eterno, o Deus imenso, sábio e onipotente passou diante de mim... Eu não vi o seu rosto, mas o resplendor de sua luz encheu de assombro a minha alma. Tenho estudado aqui e ali as marcas de sua passagem entre as criaturas e em todas as suas obras, inclusive nas mais pequeninas, nas mais imperceptíveis. Que poder, que sabedoria, que imensa perfeição!”.


Na verdade a verdadeira ciência conduz a Deus. Numa publicação alemã, com notas biográficas acerca daqueles que são considerados os trezentos maiores cientistas da história, observamos um resultado importante: dos trezentos cientistas, apenas vinte e quatro confessaram-se ateus, trinta e oito não tinham convicções religiosas e a grande maioria, duzentos e quarenta e oito, mais de oitenta por cento, afirmaram crer na existência de Deus.


Nossa conclusão diante disto é a do salmista: “Os céus proclamam a glória de Deus!”.


Deus nos abençoe!

Reverendo Cláudio Correia dos Reis
 

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