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Pensando o evangelismo de outra forma

“Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-vos também a eles” (Mateus 7.12).  

Eu já sei o que você vai dizer: Esse texto não tem a ver com evangelismo! Mas eu pergunto será que não?

Existem muitos questionamentos sobre como devemos nos apresentar, comportar, falar e agir quando vamos evangelizar alguém, para mim a resposta encontra-se neste verso do Evangelho.

Você sabe do que gosta e do que não gosta. Se é introvertido ou tímido e tem dificuldade em ficar respondendo perguntas (principalmente se for de um desconhecido); se é extrovertido estou certo de que você gosta de ser ouvido.

Dessa forma, podemos estabelecer um princípio norteador sobre como evangelizar. Lamento não te dar uma receita pronta, mas a verdade é que não existe isso.

Vou sugerir somente algumas coisas que você deve fazer à pessoa evangelizada, já que seriam coisas que você gostaria que fizessem à você:
Primeiro, valorize a pessoa, ore por ela incessantemente, é sempre bom saber que alguém permanece em oração por nós, nos faz sentir amados (Mt 7.7-8).

Segundo, ofereça o que você tem de melhor a essa pessoa. Seu tempo, seus conhecimentos, seus livros, demonstre a pessoa sua disposição de ajudá-la na caminhada cristã (Mt 7.10-11)

E, principalmente, comunique as Boas Novas, isso porque, estou certo de que você gostaria que alguém lhe alertasse sobre os grandes perigos.

Precisamos alertar as pessoas do perigo que elas correm, precisamos anunciar as Boas Novas de salvação, certamente essa é a melhor coisa que podemos fazer pelos nossos conhecidos, e não conhecidos.

Peço que você reflita na maneira com que tem abordado as pessoas em conversas evangelísticas. Se estivesse no lugar da pessoa, você permaneceria ouvindo?

Senão, mude, repense, seja sensível, ore, persista e principalmente: Ame!
 

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