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Olhando para o que d esperana

Nossa Missão é estarmos firmados nas orações, nas abordagens aos caminhoneiros, (...), através da Palavra de Deus, levá-los a conhecer o Verdadeiro Caminho.

O Posto Aldo Locatelli, em Cubatão, é um recordista nacional na venda de combustíveis, figura constante entre as principais revendedoras na América do Sul.

É o local preferido pelos caminhoneiros que transportam cargas para o Porto de Santos. Em épocas de safras de grãos é normal confundir a fila dos caminhões-tanque, que reabastecem os vários depósitos de combustíveis, com os que estão nas filas das bombas para abastecer.
O trabalho ininterrupto faz do posto um dos mais movimentados do país.

Entretanto, essa grandiosidade não é refletida nos cuidados que os órgãos governamentais deveriam ter no entorno do posto, suas ruas e sob o viaduto onde os caminhoneiros passam as longas horas e dias de espera cansativa, debaixo de grande tensão, aguardando a liberação para carga ou descarga no porto. Sempre fazendo as contas do parco dinheiro disponível e, para economizar, se alimentam mal com o que é vendido nas barracas improvisadas ou pelos vendedores ambulantes, evitando gastos maiores no único restaurante local.

Mas, o que realmente chama a atenção é a repercussão que acontece nos dias atuais com a acentuada queda na movimentação de cargas e veículos. O Rodopark, do outro lado da rua onde centenas de veículos estacionavam, hoje é um imenso vazio com raros caminhões. O mais chocante é saber que a situação pode perdurar por meses seguidos, vislumbrando um longo período de “vacas magras” e prejuízos nas áreas envolvidas com transportes.

Nos rastros dos caminhoneiros estão: oficinas mecânicas, funilarias, borracharias e até os vendedores ambulantes, temerosos pelo futuro negro que já pode ser sentido. Grande prova disso são as várias empresas de transportes que fecharam suas portas em Cubatão indo para portos mais promissores e, seguindo as opções dos exportadores, também procuram reduzir despesas se utilizando de serviços onde os preços são mais acessíveis.

Na verdade, é chegado o momento da conscientização de todos envolvidos no processo. É preciso rever os reais objetivos e repensar a respeito de todo o conjunto: priorizar melhorias nas vias de acesso ao porto; adequar o cais do porto às reais necessidades de carga e descarga; propiciar condições mais dignas aos caminhoneiros no seu tempo de espera, respeitando esse trabalhador incansável que carrega e contribui substancialmente com o progresso do país; é necessário rever a política do pedágio estabelecendo taxas especiais aos caminhões e fiscalizar os preços abusivos, cobrados em tudo que inclua o transporte para o maior porto do país.

Nossa Missão é estarmos firmados nas orações, nas abordagens aos caminhoneiros, ouvir suas lamúrias, queixumes e decepções e, através da Palavra de Deus, levá-los a conhecer o Verdadeiro Caminho. Jesus Cristo o Único que pode trazer consolo, conforto e paz aos corações. E, nEle que está a esperança de tudo ser resolvido de maneira objetiva, simples, honesta e transparente, propiciando aos participantes e beneficiados a necessária estabilidade, pujança, progresso e bem estar. (jam) 

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