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vida difcil!

Antes do sol se por, junta suas ferramentas de trabalho e retorna ao lar...

Se você mora em cidade de tamanho médio ou grande, deve conhecer muito bem a vida difícil do trabalhador, especificamente dos operários que atuam nas empresas.


Aqueles que levantam cedo, tomam banho de chuveiro (para despertar melhor do sono), vestem roupas limpas tiradas do guarda roupa, toma o café simples acompanhado de pão com margarina (comprados no supermercado) e que, sem perda de tempo, correm para não perder o ônibus que os deixará perto do local de trabalho. Quando têm sorte, conseguem ir sentados mas, normalmente, o trajeto é em pé em meio à superlotação. Ô vida difícil!


Na empresa, batem o cartão e assumem suas atividades. Logo chega a hora do almoço que é servido em refeitório próprio e, quando não, recebem o tíquete para a refeição em qualquer outro local de sua preferência.


No final do expediente enfrentam os mesmos problemas, de condução, para chegar em casa. Após o jantar com a família, assistem programas na tv "de led", resultado do incentivo ao consumismo, que os prenderá às prestações por muitos meses. Ô vida difícil!
Logo, o aparelho é desligado para ir dormir na cama com colchão novo, de molas ensacadas e se aquecer no edredom, mais aquisições através de crediário. Ô vida difícil!


No nordeste, especificamente no estado de Sergipe, onde o Ministério Nossa Missão tem atuado investindo tempo e recursos físico-financeiros, também estão os trabalhadores que têm uma vida difícil.


Para aproveitar o dia, cada um, levanta antes do amanhecer, lava o rosto na água tirada do poço; do rio mais próximo ou da latrina onde está armazenada a água da última chuva. A roupa, por falta de opção, são as mesmas do dia anterior ou as que a esposa lavou no rio e passou a ferro de brasa. O café sempre é à base de cuscuz de fubá (obtido do milho plantado no quintal e cozido em água com sal), que é a tradição, por falta de opção, na mesa desse povo. É um alimento de baixo custo e alta nutrição.


A caminhada à pé, até o campo de trabalho, é feita por estradas de terra. Ali, sob forte sol, o suor é derramado e o desgaste físico pode ser notado no corpo franzino do trabalhador que atua na lavoura, no cultivo de produtos básicos.


O almoço, que é feito sentado à sombra de alguma árvore, está no caldeirãozinho preparado pela esposa que, por não ter onde aquecer é consumido frio mesmo.


Antes do sol se por, junta suas ferramentas de trabalho e retorna ao lar.


Cansado por mais um dia de luta, toma seu banho, que pode ser no rio ou na bacia e, se for época de seca, a água da bacia serve para banhar a todos da família. O jantar é sopa de macaxeira e, quando possível, pedaços de frango ou de cabra, criados e abatidos no quintal.
"Joga um pouco de conversa" e logo apaga a lamparina à querosene indo dormir na cama com colchão recheado com palhas de milho. Geralmente na casa há um só quarto para toda a família.


O Projeto "O Caminho no Nordeste" tem como principal objetivo alcançar essas pessoas que vivem à margem da sociedade, para que conheçam, se convertam e passem a seguir os ensinamentos de Jesus Cristo.


Nos meses de janeiro e julho são formados grupos de profissionais das áreas de saúde, higiene, evangelismo e outros que, voluntariamente, doam seu tempo para dar assistência sócio-cultural-religiosa a esse povo tão carente e esquecido numa vida difícil.
Se você nunca experimentou a oportunidade de estar junto a esses irmãos e sente no coração o desejo do envolvimento missionário, levante um grupo com membros de sua igreja que tenham esse mesmo propósito e entre em contato conosco pelo telefone (14) 3227-4892 ou pelo site www.nossamissao.com.br (jam)  

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