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Para Deus no h impossvel

Os Jogos Olímpicos sempre despertaram interesse e curiosidade nas pessoas. É o tempo onde se reúnem os melhores atletas de todo o mundo. São dezenas de modalidades que destacam vitórias memoráveis, com quebra de recordes e confirmação que os limites esportivos existem para serem superados. Fatos que tanto podem acontecer no mesmo dia ou anos depois. Mas, superação maior estão demonstrando os atletas que participam dos Jogos Paralímpicos que acontece no Rio de Janeiro. Competições que surgiram no início do século XX, na Inglaterra, com o objetivo de recuperar pessoas que tivessem adquirido alguma deficiência física, resultante da Primeira ou Segunda Mundial. Com o passar dos anos, muitos países, verificando os benefícios que eram obtidos, passaram a utilizar esse expediente com seus deficientes físicos. Em 1960, em Roma, foram organizados os primeiros Jogos Olímpicos Especiais, para atletas com deficiência, realizados, imediatamente, após os Jogos Olímpicos. Sucesso absoluto com a participação de 400 atletas de 23 países. No Brasil, está acontecendo o XV Jogos Paralímpicos com a participação de 4.331 atletas, de 164 países, em 534 provas.

Na foto, Antonio Leme festeja a conquista da medalha de ouro para o Brasil, no jogo de Bocha – Classe BC3
A China se destaca com a conquista de mais de 100 medalhas, sendo quase a metade de ouro. E, pensar que, em data não muito distante, a maioria dos deficientes físicos chineses eram abandonados pelos pais, por não ter condições financeiras para cuidar, pelo bebê não ter condições para trabalhar, mesmo quando adulto. A triste estatística era que, de cada 3 bebês, somente um conseguia sobreviver, sendo acolhido por pessoas ou pelo governo. Hoje, o governo chinês mantém dezenas de postos que permitem a pais abandonarem, com segurança, filhos indesejados. O Centro Chinês para o Bem-Estar e Adoção das Crianças, com visão diferenciada, cria postos onde os pais colocam a criança na incubadora, pressionam o botão de alarme e depois vão embora, mantendo o anonimato. Dez minutos depois, um funcionário chega para recolher o bebê. Estimativas oficiais indicam que 10 mil crianças são abandonadas na China, todos os anos.

(www.bbc.co.uk/china_abandono_postos_lgb.shtml). Não temos acesso a procedência dos atletas paraolímpicos da China, o que entendemos é que está havendo mudança de comportamento no governo e, provavelmente, na família chinesa. Cremos ser ação de Deus para que o mundo veja nas pessoas especiais as possibilidades de superação, realidade que é demonstrada a cada disputa, a cada medalha. Superações estampadas no sorriso, alegria e gestos de cada participante. Está claro que Deus cuida com muito amor e carinho de cada um de nós. Todos somos especiais para Ele.
 

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