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O que no conquistar uma alma...

 Mensagem baseada no livro de Charles Spurgeon: O conquistador de almas.

Charles Spurgeon, tem sido muito lido e apreciado nos últimos anos. Pastor de grande influência de sua época recebeu o título popular de “O príncipe dos pregadores”.

Suas preocupações missionárias se manifestam em vários sermões e livros. Em uma compilação de estudos e palestras que ele mesmo intitulou de “O Conquistador de Almas” (PES, 1990), apresenta, a jovens ministros, conceitos do que é ser um missionário.


Por hoje, eu gostaria de apresentar alguns princípios do que Spurgeon diz que não faz parte de uma obra missionária que agrada a Deus:


Primeiro ele diz que não é conquistar almas “roubar membros de outras igrejas”. E usa uma frase interessante para expressar isso: “preferimos mil vezes extrair nós mesmos as pedras da pedreira”, ou seja, é trabalhoso conquistar alguém para Cristo. Mas, é certamente o mais digno é louvável trabalho. E quando fazemos isso estamos pensando no Reino de Deus e não em nosso próprio benefício.


Segundo, ele diz que: “não é conquistar almas receber pessoas precipitadamente para aumentar o rol de membros”. Com isso ele alerta sobre a paciência que o evangelismo/discipulado deve ter. E ainda cita vários exemplos de como ele mesmo se precipitou em receber alguém e depois se frustrou com o comportamento da pessoa.


Terceiro: “não é conquistar almas provocar somente emoções”. Spurgeon entendia que a verdadeira conversão vem acompanhada com um grande impacto emocional sobre a pessoa. Mas, as experiências emocionais que algumas pessoas têm e não geram arrependimento e mudança de vida, não são úteis: “...com muita frequência os convertidos que nascem durante a emoção, morrem quando a emoção passa.”

Acredito que esse antigo conselho ainda sirva para a igreja de hoje. Continuamos com a mesma tarefa e dificuldade: Levar o pecador aos braços do Salvador. Que nos dediquemos fielmente ao serviço do Senhor e fujamos de ter valores que não são os do nosso Senhor Jesus.

Rev. Leonardo Veríssimo
 

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